13 de junho de 2009

Diferenças entre Joelma e Stefhany?














Acabo de me deparar com uma matéria direta no IG, no blog Papel Pop. O post perguntava qual a diferença entre Joelma, vocalista da banda calypso e a cantora e nova musa revelação Stefhany. Antes de prosseguir o assunto, um esclarecimento, momento tosqueira aqui direto do Mausoléu, afinal ninguém merece passar uma noite de sábado em casa. Mas acho que vou mudar de opinião, tosco não, sou adepto ao lema “se é tosco é bom”, a comparação diferencial é mais essencialmente brega.

Além do mais é uma pergunta deveras complexas, difícil realmente de responder,apontar diferenças e dizer qual das duas é pior, definitivamente nenhum dos dois presta, apesar de que Stefhany é uma figura bastante atraente, mas só quando fica de boca fechada.

E resposta para o grande dilema universal foi respondido pela própria “Stef” no vídeo abaixo...
Cuidado Joelma, seus duas como – pior – cantora brega do Brasil estão contados, heis que surgiu alguém – pior – a fazer frente com você.


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O Snake da vida real



Este vídeo pode já não chega a ser uma grande novidade, está há algum tempo no Youtube. Embora seja muito legal, muita gente ainda não viu. Trata-se da reprodução em um prédio do famoso jogo “Snake” - aquele mesmo da cobrinha. Todo o processo é feito com as luzes dos próprios apartamentos, pregnância da forma assustadora, pura e fascinante.

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2012 – A data do fim do mundo

Será mesmo o fim do mundo?

Seria senso comum afirmam que as coisas aqui na terra não andam muito bem, pessoas devassam umas a outras, ninguém mais se respeitas em qualquer que seja o âmbito das relações humanas. E quando não é o próprio homem, o mal a ser combatido, heis que a sociedade se depara com, catástrofes mundiais, pandemias, acidentes aéreos... Nessa hora surge uma dúvida, o fim do mundo estaria mesmo próximo? As profecias que atestam a destruição da raça humana é sempre um atrativo especial. Inclusive, atrativas também são as histórias sobre conhecimentos ocultos detidos pelas civilizações mais antigas.

O fato já é antigo, mas conforme o ano de 2012 se aproxima, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro correm atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos. Em diversas culturas ancestrais, o ano de 2012 é marcado nos calendários como o 'Armagedom', o 'apocalipse', o 'fim do mundo', 'o juízo final', 'o fim de um ciclo' e, para não dizer que é tudo desgraça, em uma perspectiva mais otimistas, 'o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada'. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças e concepções dizem que o mundo como o conhecemos pode estar realmente com os dias contados.

Basicamente a ideia é que os Maias, que tinham um calendário mais preciso, complexo e holístico que o atual, previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco - Hernan Cortez - a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solstício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012.

O acontecimento será tão grave, que o mundo dessa forma que se concebe desaparecerá. Entre as opções, como foi dito anteriormente, não necessariamente significa que o mundo acabará, mas simplesmente atestar que um grande acontecimento está por mim, uma dádiva ou maldição até que transformará o mundo para sempre.

Segundo a cosmologia Maia, o Planeta Terra possui 5 grandes ciclos ou eras, cada um estipulado em cerca de 5.125 anos. Para eles, 4 já passaram. "Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012." diz Steven Alten. O quinto e atual ciclo também terminará em destruição? O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. "A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos" diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.


Que venha 2012, estarei pronto - e escondido debaixo da cama


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A força do ódio

A força do ódio

Força oculta
Em meio a um sentimento desvairado
Que devassa as emoções humanas
ímpio, insensato
Morte ao matador
Estado de auto-flagelação
atraindo sempre a dor.


Quero ver o mundo com outros olhos!
Persisto teimosamente neste meu sonho de vingança
Vida está povoada de utopias,
Logo a loucura se sobrepõe...

A história não nos ensinou nenhuma lição
As pedras do caminho tortuoso
Trevas obscura e penosa
Corroendo a mente
transformando homem
em uma máquina demente.

Tenho medo por mim e por todos!
Não sei mais como exprimir essa frustração
Todo sangue que ferve em minhas veias...
Ah definitivamente... como é fácil odiar!

Opção estúpida
Coibindo a razão
A corromper o espírito
retardando a evolução em processo.

Odiar tudo e todos, sem contemplação...
Mas, preciso fugir à tentação!
Aqui, o caminho mais fácil,
Não é a jornada mais segura.

Sentimento desnecessário
Sem qualquer reflexão
Que aniquila a humanidade
E destrói mente e coração.

Ainda assim, vou te odiar por todo o sempre


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O Prologo da Loucura

É impossível descrever com palavras exatas o começo de tudo. Não vejo uma forma capaz de expressar a nossa relação e minha redenção ao seu amor. Ainda mais justificar estar aqui comendo na sua cama, observando os movimentos do mundo pela janela, para ser mais preciso, admirando pelas portas do seu coração.

Inclusive nessa hora me deparo com nosso primeiro conflito. Não consigo explicar sua distância, em apenas uma semana de romance. Cheguei a passar dias no seu quarto, completamente sem roupa e me aquecendo entre os seus braços. Conversamos por várias horas sentados no chão do box, a cada minuto sentia mais vontade de devorá-la em baixo d’água. Será possível enfrentar os labirintos desse amor, cercado por insegurança e verdades demais? Com as chamas desse sentimento quero que sinta dor, sugar todo o seu sangue e ser seu credor, nos dias e horas mais impróprias.

Tirar férias do universo, alimentando-me do seu corpo. Como é doentio viver às suas custas. De onde vem essa saudade então? Sou capaz de copiar os traços de tudo que não aconteceu. Quem sabe até em algum outro lugar, supostamente muito melhor do que aqui. Nas cenas milhares de cores que escolhi, entre tintas que até inventei. Mas só posso enxergar em preto e branco, tantas e tantas coisas coloridas, em meio a essa vida que tentaram me dar. Meu destino é composto por frases escritas, entre elas algumas palavras esquecidas, confesso até minha incapacidade de lembrar.

Tudo está errado, mas até parece certo, as tantas promessas que nunca fizemos. Daí, trabalhei você, forjando-lhe de luz e sombras, que refletem tudo que vejo, sendo até difícil se nivelar. Era sempre, sempre o mesmo novamente. Semelhante a toda e qualquer traição. Afogadas em lágrimas que não brindaram com você. Mesmo preso à dor da infância e perdido nos corredores da liberdade. A agonia deve passar, logo você estará de volta! Devo preparar-me para sua chegada, primeiro enfeitando as paredes com os quadros que pintou, as flores que escolhi, perfumam agora a seda que cobre o antro do nosso pecado.

Ou talvez, seria mais fácil entender por que eu finjo? Acreditando constantemente nas mentiras que invento? Até nas trevas posso saber que nada disso aconteceu, ao menos nunca foi desse jeito. De qualquer forma ninguém sofreu e só você é capaz de despertar uma saudade tão vazia. Enquanto tento pintar o mundo com o nome desse nosso “amor perfeito”, peço apenas que não se esqueça de mim.


CONTINUA...

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Fan film Robin "Grayson"

Esse foi um Fan films que havia visto há alguns anos. Por coincidência encontrei no youtube uma versão em português, daí vocês já imaginam o resto, brotou uma idéia de postar aqui no Cemitério...

Depois de verdadeiro fenômenos Batman: Dead End – em breve um post sobre -, chegava a vez do ROBIN, o garoto prodígio ter a sua própria produção. Então um ano depois era lançado Grayson, na mesma fórmula do fan film do homem morcego, embora trouxesse uma dose bem maior de ação.

Os bastidores são interessantes,com um orçamento de aproximadamente 18 mil dólares, John Fiorella produziu essa espécie de trailer que conta a história de um maduro Dick Grayson, o antigo Robin, que parte em busca de vingança após a morte do Cavaleiro das Trevas.

Finalmente foi criada uma boa história para o Robin, a figura do Batman vem se distanciando dele, mas o mesmo parece cada vez mais atrelado, suas participações se limitam a atuar ao lado do cavaleiro das trevas. Vamos ver se o curta serve como deixa para novas idealizações no futuro, certo?

Vale à pena conferir, eu recomendo...

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Nua ao luar

Nua ao luar

A mulher nua enamorada
Pés que caminhavam na areia fofa.


Mamilos ouriçados pelo o frio.
Tem no olhar a doçura do luar
Em noites de Lua Cheia

Ventre que já pousa entre as ondas.
Absorvendo os impactos do mar revolto
Cabelos fundidos a espuma do mar
Pulmões repletos de água salina.
Olhar Lânguido em direção ao fundo, o fundo, bem fundo.
Fundo...

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Kamen Rider Amazon

Esse é realmente tosco, basta ver o vídeo abaixo, Rs



Mas como aqui no Cemitério tudo que é tosco, és boné, vale a pena dar uma rápida conferida – e quem já conhecer matar a saudade -, do Kamen Rider Amazon. Quem não conhece, vamos a um breve histórico. Essa é uma série de televisão japonesa, sendo a quarta série da franquia Kamen Rider de séries de tokusatsu.

Em especial, Kamen Rider Amazon foi produzida pela Ishimori Productions e pela Toei Company, sendo exibida pela Mainichi Broadcasting System (MBS) entre 19 de outubro de 1974 e 29 de março de 1975. A produção também aparece como a mais curta, entre as demais franquias, contabilizando um total de 24 episódios.

Kamen Rider Amazon ou Amazon Rider como muitos o chamam foi o primeiro de todos os kamen riders a quebrar o padrão do básico´´ gafanhoto ciborgue``, foi também o primeiro rider mutante assim como Black, J, ZO e Shin. Kamen Rider Amazon não possuía armas e nem golpes especiais, se virava apenas com o punho, ou melhor, as garras e os dentes. Sem esquecer também que foi uma das séries tokusatsu mais violentas que existiu.

Resumo da trama

Um avião cai na floresta amazônica e o único sobrevivente era um recém nascido japonês, Daisuke Yamamoto, que foi encontrado por um sacerdote que resolveu adotota-lo e lhe deu o nome de Amazon.

Anos mais tarde, o sacerdote, durante um ritual de magia, transmitiu - lhe poderes para se transformar em uma selvagem e sanguinária forma de homem réptil. No interior da floresta havia surgido uma entidade demoníaca conhecida como Geddon, um exército de criaturas em forma de animais lideradas por Gorgos, o demônio de dez faces.

Amazon possuía um bracelete que era a origem de seus poderes, enquanto Gorgos detinha a outra metade desse bracelete especial e queria se apossar da metade pertencente ao herói. Rezava a lenda que com as duas metades juntas, seu portador atingiria poderes extraordinários. Após Gorgos matar o sacerdote, Amazon viaja até o Japão como passageiro clandestino de um navio de luxo. Mas quando chega lá, depara-se com Gorgos e passa a enfrentar a força e tirania do Império.



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Pássaro Tristonho

Pássaro Tristonho

Pássaro tristonho que desaprendeu a voar...


...Há um pássaro enraizado entre as pedras,
No interior do meu coração,
Seu canto agudo e torturado medra,
O amor ao peito do mais severo ser.

O imperfeito olhar no castanho e que redra,
No azul do céu as nuvens da escuridão,
Bico adunco, eu afasto camadas da esfera,
E vejo o universo em toda amplidão.

Pássaro tristonho que desaprendeu a voar
Longe do ninho já não se põe a cantar
No coração uma força que brota
E faz seu canto despertar

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12 de junho de 2009

Carícia

Carícia

Nada como um roçar suave
De uma mão forte e macia.
Semelhante a uma brisa morna
Batendo de leve como magia

É dar e receber singelo,
De dois corpos em demasia.
Numa troca de energia oposta
Que se atrai, mistura e se extasia.

É um falar de gestos profundos,
mímica,sentimento, alegria.
Onde a palavra viva se une
Num turbilhão de amor e fantasia.

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Minha Flor, Meu Bebê



Quando ouvi essa música, logo me veio àquela sensação de derrota, me rendi ao talento de Cazuza, “Minha Flor, Meu Bebê” definitivamente é uma das coisas que gostaria de ter escrito antes de padecer, minha vida a partir de agora, depois desse sucessivo fato, nunca mais será a mesma. É impossível descrever aqui o que sinto, ou mesmo o que se passa pela minha cabeça quando a ouço, brota um misto de sensações que desconheço, um sentimento bom. A canção tem uma magia, a letra e a melodia formam uma única obra, o casamento perfeito.

Então segue o vídeo e a letra, está compartilhada minha alegria. Espero que desperte o mesmo em vocês...

Minha Flor, Meu Bebê

Dizem que tô louco
Por te querer assim
Por pedir tão pouco
E me dar por feliz
Em perder noites de sono
Só pra te ver dormir
E me fingir de burro
Pra você sobressair

Dizem que tô louco
Que você manda em mim
Mas não me convencem, não
Que seja tão ruim
Que prazer mais egoísta
O de cuidar de um outro ser
Mesmo se dando mais
Do que se tem pra receber
E é por isso que eu te chamo
Minha flor, meu bebê

Dizem que tô louco
E falam pro meu bem
Os meus amigos todos
Será que eles não entendem
Que quem ama nesta vida
Às vezes ama sem querer
Que a dor no fundo esconde
Uma pontinha de prazer
E é por isso que eu te chamo
Minha flor, meu bebê


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Quem foi...Albert Einstein

Essa é uma figura extraordinária que muito se ouve falar, infelizmente quase ninguém sabe ao certo quem foi...Também não sabia até pesquisar esse Post


Por trás do grande cientista, rapidamente aflora a figura de um filósofo uma lenda que virou história sempre comprometida com seu tempo. No dia 30 de junho de 1905, um obscuro funcionário de um departamento de patentes de Berna pública na revista científica alemã "Annalen der Physik" um artigo sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento. Com este e outros dois textos publicados nesse mesmo ano, Albert Einstein acaba de sentar as bases da Teoria da Relatividade, que revolucionará a ciência moderna.

Desde então, e 45 anos depois de sua morte, em 1955, este gigante da ciência - Para muitos, apenas um velhinho anárquico com a língua de fora - perturba o sonho dos físicos: os debates em torno da relatividade ainda continuam. Jamais uma lista de perguntas tão fundamentais haviam sido expostas num ensaio científico, e jamais provocaria tanta pesquisa com máquinas caras e complexas para esquadrinhar a natureza íntima da matéria e verificar a famosa teoria.

A experiência deu razão a Einstein: o tempo não transcorre na mesma velocidade para a matéria em repouso e para a matéria em aceleração, e a matéria pode se manifestar em forma de energia. Você entendeu? Sinceramente eu também não! Mas saiba que esta constatação permitiu compreender a dinâmica do sol e a origem de sua energia, e se aproximar da própria natureza do universo.

Nascido em Ulm (Alemanha), no 14 de março de 1879 em uma família de industriais israelenses, Albert Einstein fez seus estudos na Escola Politécnica de Zurique e adotou a cidadania suiça em 1901. Depois de publicar seus ressonantes artigos em 1905, Einstein dá aulas em Zurique em 1909, depois em Praga e finalmente em Berlim - no momento um centro científico de relevância - de onde é requerido pelo físico Max Planck. Sua glória é consagrada quando recebe o Prêmio Nobel, em 1921. Sua teoria é divulgada, ainda que o grande público a conheça somente pelo nome.

Seguindo sua própria vontade, seu cérebro foi imediatamente extraído depois de sua morte para ser conservado. Os primeiros estudos, publicados em 1999, revelaram uma característica excepcional, o cérebro possui um traçado da fissura silviana diferente em cada hemisfério, algo que o distingue do restante das pessoas.

A teoria - A teoria da relatividade E=mc² - inicia com a demonstração de que a velocidade da luz é constante em qualquer situação. Suponhamos que um aviador viajando na mesma velocidade da luz deveria acompanhar a própria luz que emite, como se fossem dois carros viajando lado a lado numa estrada. Mas isso não acontece. Tanto para o próprio aviador como para um observador parado, a luz segue na frente numa relação constante. Mesmo que o aviador acelere a luz seguirá na sua frente. Einsten ficou perplexo com a constatação e quase teve um ataque cardíaco.

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Maldito dia dos namorados


Maldito dia dos namorados

Nasceu da inspiração da vida
Que os nervos convulsivos inflamava
E ardia sem conforto.. .
O que resta? um dia de mentira uma sombra esvaecida,
Uma triste data que sem mãe agonizava . .
Resta um poeta morto!
Morrer! e resvalar na sepultura namorada.
Frias na fronte as ilusões—no peito
Quebrado o coração por inteiro!
Nem saudades levar da vida impura
Onde arquejou de fome . . sem um leito!
Em treva e solidão existencial!
Tu foste como o sol; tu parecias
Ter na aurora da vida a eternidade
Dia dos namorados, uma data inventada por vermes pra fazerem as pessoas se sentirem como lixo

Movimento mate a ex-namorada, pelo menos aquela que existe dentro de você

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Jiraiya O Incrível Ninja

Essa semana estive revendo pelo youtube um grande clássico do período da infância. Devo ter gritado “espada olímpica...golpe frontal” mais vezes do que queira ou –simplesmente - possa imaginar. Já ta dando saudades.

A história é semelhante a outras séries japonesas da época. Órfão, Toha foi criado pelo sucessor da família Togakure, Tetsuzan, o qual guarda metade da inscrição que revela o esconderijo do tesouro de Pako, objeto o qual ninjas de todo o mundo estão atrás. Tal tesouro concede superpoderes a quem o descobrir. A outra metade da inscrição está nas mãos de Dokusai e a família dos feiticeiros.

Jiraiya, O Incrível Ninja ou Sekai Ninja Sen Jiraiya, em japonês, é uma série japonesa de TV dos anos 1980. Este tokusatsu de 50 capítulos foi produzido pela Toei Company e exibido no Japão pela TV Asahi entre 24 de agosto de 1988 a 22 de janeiro de 1989. Veio ao Brasil em 1989 trazido pela falida Top Tape e exibido pela Rede Manchete, sendo exibido até novembro de 1999 pela Rede TV! junto com Maskman.

Interpretado pelo notável ator Takumi Tsutsui (foto), na época com 24 anos de idade, Jiraya fez um grande sucesso no Brasil. Suas frases: Não o perdoo! Espada Olímpica!, Sucessor de Togakure... Jiraya! fizeram crianças e adolescentes delirarem em frente a TV.

É hora de matar um pouco a saudade graças ao youtube.







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curiosidades sobre espelhos


Os espelhos são formados por uma camada de prata, alumínio ou amálgama de estanho, que é depositada quimicamente sobre a face posterior de uma lâmina de vidro, e por trás coberta com uma substância protectora.

Não se sabe a data de origem exata dos espelhos. Possivelmente foi a a superfície da água que inspirou o fabrico dos primeiros objetos. Foram descobertos nos despojos da civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milênio a .C.

Algumas culturas possuem crendices de que quem quebrar um espelho terá sete anos de azar.

Os antigos romanos creditam aos espelhos o poder de refletir a alma e afetar o bem-estar de uma pessoa.

A fé judaica exige que todos os espelhos da casa sejam cobertos enquanto a morte de um ente querido é velada, de modo a impedir que os vivos sejam distraídos pelos ornamentos da beleza e do mundo físico.

As culturas de Roma ao Oriente Distante possuem uma tradição comum que considera espelhos como entidades malévolas que aprisionam as almas dos viventes, causando assim a morte ou capturando as almas dos falecidos antes que possam chegar à vida após a morte, amaldiçoando seus espíritos com o cativeiro eterno.

Vampiros não podem gerar reflexos em espelhos por serem criaturas dos mortos-vivos e sem almas.

buuuuuuuuuuu forte nao ?? hsuhsuihuishuish

TRILHA DA POSTAGEM

Não se sabe a data de origem exata dos espelhos. Possivelmente foi a a superfície da água que inspirou o fabrico dos primeiros objetos. Foram descobertos nos despojos da civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milênio a .C.

Algumas culturas possuem crendices de que quem quebrar um espelho terá sete anos de azar.

Os antigos romanos creditam aos espelhos o poder de refletir a alma e afetar o bem-estar de uma pessoa.

A fé judaica exige que todos os espelhos da casa sejam cobertos enquanto a morte de um ente querido é velada, de modo a impedir que os vivos sejam distraídos pelos ornamentos da beleza e do mundo físico.

As culturas de Roma ao Oriente Distante possuem uma tradição comum que considera espelhos como entidades malévolas que aprisionam as almas dos viventes, causando assim a morte ou capturando as almas dos falecidos antes que possam chegar à vida após a morte, amaldiçoando seus espíritos com o cativeiro eterno.

Vampiros não podem gerar reflexos em espelhos por serem criaturas dos mortos-vivos e sem almas.

Não se sabe a data de origem exata dos espelhos. Possivelmente foi a a superfície da água que inspirou o fabrico dos primeiros objetos. Foram descobertos nos despojos da civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milênio a .C.

Algumas culturas possuem crendices de que quem quebrar um espelho terá sete anos de azar.

Os antigos romanos creditam aos espelhos o poder de refletir a alma e afetar o bem-estar de uma pessoa.

A fé judaica exige que todos os espelhos da casa sejam cobertos enquanto a morte de um ente querido é velada, de modo a impedir que os vivos sejam distraídos pelos ornamentos da beleza e do mundo físico.

As culturas de Roma ao Oriente Distante possuem uma tradição comum que considera espelhos como entidades malévolas que aprisionam as almas dos viventes, causando assim a morte ou capturando as almas dos falecidos antes que possam chegar à vida após a morte, amaldiçoando seus espíritos com o cativeiro eterno.

Vampiros não podem gerar reflexos em espelhos por serem criaturas dos mortos-vivos e sem almas.

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Phantasm

Phantasm esse eu recomendo

Essa sem dúvidas é uma das franquias de filmes que mais adoro...Phantasm ou simplesmente Fantasma é um daqueles filmes bem toscos, essencialmente trashs. Somando um total de quatro produções, no Brasil o nome veio adaptado a “A noite macabra” ou algo assim.

Criado, dirigido e roteirizado por Don Coscarelli, a trama inicial filme datada de 1979 é mais ou menos o seguinte. Uma pequena cidade é palco de estranhos acontecimentos. A morte de um rapaz leva Mike, seu irmão Jody e o amigo Reggie a investigarem o cemitério local, onde macabro agente funerário guarda bizarros segredos com o auxílio de mortais esferas voadoras.

Curiosidades:

· Fantasma ganhou o prêmio especial do Festival Avoriaz, na França, em 1979 e foi indicado na categoria Melhor Filme de Horror, da Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Horror, dos EUA, em 1980.

· Fantasma recebeu o título de Noite Macabra quando foi exibido pelas televisões do Brasil.· Os anões são interpretados por crianças.

· As cenas com as esferas são feitas com um fio de náilon amarrado entre as pontas da parede e dessa forma, a bola metálica vai deslizando.

· Apesar do ator que faz o Tall Man ter 1,88, ele parece bem mais alto no filme, graças a truques de enquadramento de câmera, o que faz com que o ator pareça muito mais alto.

· O caixão retirado pelo Tall Man é feito de madeira falsa, por isso, leve.

· No final dos créditos, a data apresentada está escrita em algarismo romano: MCMLXXVII (1977).

Em breve farei uma analise completa sobre esse clássico, aqui só foi pra deixar vocês na vontade...E assistam ao clipe

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O Impostor


O Impostor

Não são por falta de palavras,
mas por falta de sentido...
Momento em constantemente perdição
Sozinho de mim nas esquinas do teu ser.
Silêncio imposto pelo nada
Tortura mascarada em liberdade,
O "eterno" suplicio que aflora
E impede as palavras e o sorriso
Destas muralhas que me encerram
O ser que quer viver
Fugindo das masmorras que o prendem
E poupo a pouco o fazem sofrer...

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Poema das Sombras


Poema das Sombras

Acendi uma vela no meu quarto
Para não ficar entre as sombras;
Escura sombra em meio à escuridão
Deitei meu corpo na cama e...
Quis fechar os olhos e procurar-te
Na memória do meu coração.

Fiquei imóvel, incapaz.
Estavas desenhado a minha frente
Ardente como a chama da vela
Brilhante e quente como essa.

Mas a vela é apenas cera
Cera derrete manchando o chão
Enquanto tu és muito mais
A sombra desenhada no clarão
Que se forma da luz trêmula
Antes que meu corpo sombrio
Seja a sombra
E no teu se vá encaixar.

Acendi uma vela e fiz um poema no ar
As sombras estavam desenhadas pelo meu olhar.

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11 de junho de 2009

Mulherada mão a obra

Essa vai pra aquela “macharada” de plantão.


Enfim retomando a seção “SeNTia qUe Lá VeM a EsTÓRRRia”, confesso que já estava com saudades e dessa vez o causo não ocorreu durante minhas desventuradas caminhadas pela city.



“Se mulher no volante perigo constante, quando estão no trabalho o perigo é dobrado”. Essa semana descobri o complemento para esse ditado. Véspera de feriado, tudo começou com um fuzuê aqui no prédio, a garotada interfonava para a casa um do outro. O objetivo só podia ser o mesmo, fofocar. As manchetes jornalísticas condominiais davam conta que o edifício estava em obra em sua estrutura interna, troca de piso, pintura de paredes, esse tipo de serviço. Mas a notícia em questão era outra, na verdade meramente parte dela, a relevância estava associada ao fato onde o conflito se estabelecia, os trabalhadores.

Nesse instante o impacto, porque o tamanho “fuzuê” por conta de meros trabalhadores, uns caras realmente feios e todo sujos de massa – foi mal o preconceito, realmente odeio macho. O caso é que havia duas pessoas escaladas para o serviço e pasmem...uma delas “usava saias”, era uma garota. Exatamente, um ser do sexo feminino, isso chamou tanto a atenção que com certeza ofuscou a presença de seu parceiro que ouvi dizer ser o chefe. O fato - digamos – quase parou o condomínio.

As ligações ainda davam conta de quem seria a “mulher macho” em questão. A princípio tudo não passava de um boato. A criatura existia sim, isso era uma certeza, só não se sabia ao certo quem era, formando algum tipo de mito, suspense, um verdadeiro mistério que abriu espaço claro para muita “fuleragem”. Isso praticamente gerou uma verdadeira bolsa de apostas. A turma apontava para aquela caracterização de mulheres bem fortes, às vezes gordas, e com mais de 1.70 de altura. Alguns destacavam outros atributos, como seios estapafúrdios, cabelo crespo e mal tratado...Resumindo, uma mulher masculinizada!

No fim da manhã, sem me fazer de rogado e como todo bom cristão, eis que lá vou conferir a “bala de canhão” que alçaram sobre o edifício. Aquilo realmente estava se tornando uma guerra obsessiva e até então não sabia da surpresa, muito mais estava por vir. Confesso que me condicionei durante o caminho. Não poderia rir da criatura, uma pobre moça que estava ali a trabalhar, enquanto eu – pra variar – nada tinha para fazer. Acontece que independente de conceitos conceptivos sobre a beleza, por si só já era uma situação inverossímil, não é em toda esquina que se encontra mulheres no trabalho – realmente – pesado.

Depois de tanto procurar a tal gorda - até fiquei com o pescoço doendo -, encontrei foi uma figura completamente oposta. O “bicho papão” em forma de mulher operária deu lugar a uma jovem deveras atraente. Apesar de naquele momento carregar as marcas do seu trabalho, havia pela roupa, braços e rosto resquícios de tinta, conseguia se manter feminina, um olhar meigo, exaltando até certa dose de ternura. A gorda de seios fartos dava lugar a um abdômen definido, coxas bem acentuadas, tudo na dose certa, um corpo modelado a risca, com todos os atrativos muito bem distribuídos. Os seus seios apesar de escondidos se destacavam pelo volume e firmeza. Cabelo crespo e mal tratado? Nem no mais longínquo pesadelo, capilares bem lisos, os fios finos de cor castanha brilhavam com o contato com a luz do sol, tomando a mesma intensidade do mel.

As mulheres estão mesmo invadindo todos os cenários tradicionalmente e caracteristicamente masculino, basta ver onde isso tudo vai parar. E viva a mão de obra feminina...


Vem fazer uma reforma no meu coração

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Espuma do mar


Espuma ao mar

O mar nos traz o chão
Desse mar sei que nada sei
E me vejo a nadar para desvendar,
És só a mais larga estrada
Para ir e não mais voltar!

Céu tão grande o mar
Nuvens de espuma
Uma ponte de espuma
Ignoro o além da praia

Na trança de sargaço
O mal vem a pedir
Um pedaço de vento
Em seu corpo que veste-se de vozes

Minha dor não há de ouvir
Tarde demais para desistir
Meu murmúrio será o sal
Que brilha em seus cabelos

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Poeminha Catenga


Poeminha Catenga

Tudo é princípio sem fim
Na melancolia das formas ao romper do ar
Ao ar a qual pertence
E o alimentam sem cessar

São com lâminas relampejosas
Que apontam o chão e o despedaçam
Rumo àquela sereníssima e perene
O Irrepetível
Recta das estrelas.

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A oculta face heróica de Jason Voorhees

“chá chá chá! chá chá chá!”.

“Corram ele está chegando...”
“chá chá chá! chá chá chá!”
Todos já devem ter ouvido isso em algum lugar...


A maldição que persegue um acampamento, em cada tentativa de reabri-lo, pessoas se vêem confinadas ao local, sendo retalhadas, – uma a uma – por um assassino psicopata. É um estranho mascarado, que a cada vítima se mostra um mestre no manuseio de armas brancas, demonstrando seu exímio instinto de morte, apavorando toda uma geração de expectadores. E assim se estabelece esse imenso mundo de horror, protagonizado por essa figura sinistra, sangue jorrando por todos os lados, uma chacina sem fim, apenas...para proteger crianças indefesas! É isso mesmo, agora será corrigido o maior crime cinematográfico de todos os tempos, uma história contada de forma distorcida, um equívoco, o mais temido serial killer da sétima arte, aquele mesmo que vitimou um grande número de homens e mulheres, nada mais é do que um verdadeiro e autêntico herói, que apenas mata clamando por justiça.

A famosa série Sexta Feira 13 – criada pelo diretor Sean S.Cunninghan em 1980 – inovou o gênero terror ao apresentar o conhecido psicopata Jason Voorhees à Colônia Crystal Lake. O personagem reúne características de outros famosos heróis do cinema, primeiro começando pelo Super-Homem, apesar de Jason nunca ter se mostrado capaz de voar ou suspender um prédio - e menos ainda possuir um S no peito -, apresenta uma força sobre humana e mesmo sendo feito de carne é praticamente invulnerável. E o que falar do Batman? Assim como o cavaleiro das trevas, esconde-se entre as sombras, observa sempre o inimigo antes de atacá-lo, estuda todas as suas características e virtudes, evitando que seja surpreendido pelo mesmo. E porque não, também credenciar a Voorhees a astúcia do Chapolin Colorado, afinal conhece a região do acampamento como a palma da sua mão, é extremante veloz e como um bom caçador, utiliza-se de todos os atalhos para cercar a presa.

A comparação a outros paladinos pode parecer impertinente, mas o que afinal seria um herói? Primeiro uma figura destemida, que surge para proteger, combatendo algo ou alguém em meio a qualquer espécie de tirania. Essa basicamente é a premissa básica, mas a deixa pode variar entre as mais diversas, pois existem diferentes tipos e gêneros de heróis, sem dúvidas há valentes para todos os gostos, inclusive o Jason – mas não é hora de falar dele agora. Heróis muitas vezes são pessoas simples, que se transformam em verdadeiras feras quando vêem lesados dois dos principais direitos de um povo, a liberdade e dignidade. Geralmente a figura surge como a única esperança de triunfo de seu povo, em meio a todo o mal que lhes cercam.


Particularidades de um herói

Muitas vezes para lutar contra os malfeitores sem serem descobertos, esses heróis adotam identidades secretas de sua própria identidade, pois no inconsciente, por exemplo, Wayne realmente é Batman, Kent é Super-Homem e não Bruce e Clark respectivamente como querem passar – o Chapolin Colorado é um dos poucos que goza a liberdade de ser sempre e apenas ele mesmo. E para administrar essa duplicidade de personalidades, adotam-se algumas facetas, adjetivações do estereótipo humano como preguiçoso, fraco e sobretudo covarde, principalmente perante as mulheres. Para os homens preferem parecer ingênuos, inofensivos e um tanto distraídos, a intenção é assim se deixar observar, camuflando o real objetivo, a justiça, lutar contra o mal e todo tipo de mazela que assola o mundo.

Existem ainda outros justiceiros – incluindo o Zorro, Batman e óbvio o Chapolin -, que se diferenciam dos demais pela ausência de poderes, tendo de buscar outros artifícios como uma extensão de sua força e habilidades, buscar métodos para suprir as limitações humanas. O cavaleiro das trevas se utiliza bem da tecnologia, mas assim como Dom Diego e o Polegar Vermelho, defendem pobres e oprimidos realizando façanhas até milagrosas, isso utilizando apenas o cérebro– tudo bem nesse caso o vermelhinho é meio burro -, o seu corpo, as mãos, e principalmente, o coração, a verdadeira força só pode surgir de lá, ficando evidente a forma como se importam com seus semelhantes. Então os heróis... Para tudo! Antes de dar mais ênfase ao assunto, é necessária uma pequena pausa, a essas alturas o leitor já deve estar se perguntando onde se encaixa Jason Voorhees nisso tudo e como relacionar sua insana figura assassina a um valente que clama por justiça. A resposta para esse enigma está centrada nas particularidades, só pode ser percebida, sentida ou descobertas se analisar friamente as entrelinhas da história.

Jason o maior assassino em série que se têm notícias, está atrelado a outro gênero de justiceiro fora da lei, aquele que pode se denominar como anti-herói, essa figura apesar de se diferenciar dos tradicionais valentes, também é heróica, mesmo se utilizando de meios mais severos e um tanto ortodoxos para realizar seus propósitos. São capazes de ferir e até matar, mesmo que a vítima seja o próprio homem enquanto ser, no intuito de proteger a sociedade daquilo que está à margem dela própria. Existe ainda outro fator, paladinos dessa natureza abrem mão da vaidade para lutar pelo que acreditam, sem se importar com as consequências de seus atos, pois às vezes podem passar a ser vistos como o verdadeiro vilão, o real mal a ser combatido, foi exatamente isso que aconteceu com o Jason em Sexta Feira 13.

Diferente do Super-Homem e CIA, o protagonista da série não precisa eleger um vilão para concretizar seus atos de bravura em busca da paz, estabelecendo uma espécie de ciclo, no qual um depende da existência do outro, porque sem vilão não há herói, sem o mal não existe o bem, uma verdadeira “fogueira de vaidades heroíticas”, até que surge Jason Voorhees para romper esses ultrapassados paradigmas, se for para combater as injúrias, vale até beber da fonte da maldade, o disparate do caos está centrado na incapacidade, uma improbabilidade de ideais e pensamentos dos demais em abrir mão de sua imagem positiva para salvar o mundo.

A formação do herói


Quando o assunto á o processo de formação de um paladino, histórias são somente um mero detalhe, o resto realmente é tragédia. Para notar com clareza a verdadeira farsa a qual esse herói foi submetido, é necessário retomar sua história, estabelecer um paralelo dos acontecimentos e traçar cada uma de suas atenuantes e enfim, descobrir sua verdadeira face. Considerado por muitos como uma das franquias de filmes mais assustadores da História, o começo se estabelece pela proposta da película a nível de enredo e direção. Somando um total de 12 produções abordando o personagem Jason, o primeiro se destaca como o mais eletrizante e original de toda a série, servindo como base para todas as seqüências. Os filmes são sempre ambientados em locais desertos e um tanto aconchegantes, trazendo boa dose de suspense com muita sensualidade.

A trama não é o grande foco da obra, que se destaca a carnificina explícita e uma profusão de sangue jorrando para todos os lados. Quando a proposta é acompanhar uma produção desse “quilate”, é fundamental abdicar completamente da lógica no quesito roteiro, procurando entrar no clima de uma película repleta de fantasia, clichês e situações inverossímeis. Uma vez desconsiderando a razão, o espectador poderá se divertir com o show de horrores em meio a um verdadeiro apanhado de imagens sangrentas, um misto de terror se apresentará, quem sabe até manchando a tela de vermelhoDios, que exagero!, mas em Sexta Feira 13 o medo invade até os letreiros.

Agora, enfim, seguindo pela suntuosa trama, todos contam com uma atmosfera perturbadora, dialogam negativamente com a idéia de se passar o fim de semana no camping, sobretudo quando há um lago por perto. Jason representa mais que um psicopata que marcou o início do gênero “matador que corre atrás de mocinhos indefesos”, nascido em 13 de junho de 1946 – curiosamente uma sexta–feira 13 -, o filho de Pamela Voorhees gozou de uma infância normal, a não ser pelo fato de ter o rosto deformado. Aos 11 anos enquanto passava as férias de verão no acampamento Campo Crystal Lake, o garoto supostamente morreu afogado no lago por aparente negligência dos conselheiros que aquele momento “faziam amor”.


No ano seguinte, um casal de jovens monitores é brutalmente assassinado no local, o crime nunca foi esclarecido, mas o conjunto de tragédias culminou no fim das atividades do campo. Passados vinte anos, a lenda de uma anátema que assola o local é desprezada, o Acampamento Crystal Lake está pronto para ser reinaugurado. Entram em cena novos monitores, em suma maioria, jovens ansiosos, seus olhos até brilham diante de nobres idéias, seus hormônios à flor da pele, os corpos “pegando fogo”, prontos para liderar as canções e brincadeiras dos hóspedes. Mas, não contavam em sua lista que um novo e perigoso jogo estava pautado, a nova diversão era “mate o monitor”. Eis que a maldição é retomada, um a um os jovens vão sendo eliminados, sempre com absurdo requinte de crueldade.

A autoria direta do massacre é conferida a Pamela Voorhees. No primeiro filme, não é exatamente Jason quem protagoniza a carnificina. Ao final, a mãe acabou sucumbindo aos ataques investidos pela única monitora sobrevivente. Aquele formato de garota frágil e boazinha, a “heroína” não poderia ser ninguém menos que a “virgenzinha” inocente, a mesma que se recusa a passar o filme inteiro transando, ao contrário das amigas contaminadas pela promiscuidade. Vendo-se acuada, a garota demonstra um instinto assassino de mulher, despertando seu lado voraz para em um ato de destreza e habilidade – e também contando com um pouco de sorte – consegue decapitar a mãe assassina, pondo fim ao seu regime de vingança e terror.



O heróico legado oculto



O protagonista Jason Voorhees, entra em cena no segundo ato, assumindo sua herança maldita, adormecido durante anos no fundo do lago. Finalmente desperta para retomar a jornada de “horror” iniciada por sua mãe, dessa vez em forma de um mal muito pior, jurando vingança contra os negligentes monitores para enfim aposentar Crystal Lake para sempre, mesmo que isso custasse novamente a sua morte.

O herói ataca sempre máscarado poupando a todos a imagem de sua "bela" cara

Nessa adaptação, a contextualização maléfica retoma com Jason em fase adulta. A vingança se inicia, nasce um novo herói com sua máscara de hóquei e extremamente perigoso, atuando apenas com armas brancas. Certa resistência ao paladino vem do período de infância, afinal eram poucos com ousadia suficiente para matar aquelas lindas jovens com seios a mostra e sedentas por sexo – que garantiam aos expectadores adolescentes tenros momentos de prazer quando após ou durante o filme, corriam para o banheiro. Não o odeie, Jason tem de cumprir a missão que lhe foi confiada sem distinção de sexo, raça ou nação e pelo menos se tem de lhe ser grato, já que pôs fim também aqueles “cuecas” irresponsáveis, projetos de cafajestes se achando grandes galanteadores. No fim só queriam traçar as “gateinhas”. Pensando bem, alguém realmente poderia culpá-los por isso?

Caso alguém ainda não credencie Jason como um herói, é porque realmente não conhece sua jornada. O oculto legado heróico de Voorhees também denota com a maldição que o assola. O destino o escolheu para calar a voz de uma juventude infame, precisava conter essa chama viva, concreta, em forma de pecado sexual para que outras crianças – como ele foi -, não sejam vítimas de semelhante negligência a face do perigo. Antes de ser um assassino, é um fora da lei defensor dos menores, da moral, dos princípios étnicos e especialmente dos bons costumes. Isso é comprovado pelos eventos em Sexta Feira 13, alguém já o presenciou a matar alguma criança ou animal indefeso? Sobrescrevendo a dor por assassinar mortais, suas vítimas além dos jovens são aqueles que atravessam seu caminho para desvirtuá-lo de seu propósito. É relevante salientar essa ingrata missão, mas alguém haveria de fazê-la, protegendo indefesas criancinhas.

Como todo paladino que se preze, as vezes também é galan

Tem sempre aqueles que tentarão dialogar, afinal heróis não podem matar e nenhum ser tem o direito de tirar a vida do outro. Esse foi o único modo encontrado de proteger os seus, recorrendo ao assassinato para honrar suas crenças, afinal os anjos também carregam uma espada bem afiada. Dizem que Deus escreve certo por linhas tortas, seu verdadeiro plano é um mistério, mas é certo, “Ele” deu ao homem o livre arbítrio, a possibilidade de alternar seu destino, basta canalizar esse desígnio para o bem ou mal. Da mesma forma que os efêmeros, para realizar seus anseios, ocultam sua maldade e se “banham” da luz, às vezes se mostram capazes de “brilhar” ainda mais intensamente que a bondade em pessoa, nessa direção, os bons também camuflam seu propósito e se escondem na escuridão, concretizando o desejo de justiça.

Pode despertar a qualquer momento do fundo do lago

Adotar a faceta maligna para proteger oprimidos, faz de Jason um dos maiores heróis que se pode ter notícia, toda a fúria em meio à fachada agressiva demonstra que não há ninguém que se importe tanto com seus semelhantes como Jason Voorhees. Por eles é capaz de matar compulsivamente como um assassino louco e obsessivo, pelos seus também padece a morrer, sacrificando a vida e ressuscitando quantas vezes se fizerem necessárias, a cada tentativa de se reabrir Crystal Lake. E agora está lá, no fundo do lago, caso alguém duvide basta reunir um daqueles grupos de amigos famigerados, em um local distante e preferencialmente onde haja um lago. Quando notarem por sua presença, será tarde, estão todos condenados, confinados ao território do cavaleiro do inferno, enfrentando a fúria desse grande herói, “chá chá chá!”, já é possível ouvir seus passos em meio à escuridão, “chá chá chá!” o facão deslizando sobre o assoalho, a morte se aproxima, “chá chá chá!”, ali estão vocês, “chá chá chá...” Pobres garotos...O mal encontra agora sua morada definitiva.

Missão cumprida

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10 de junho de 2009

Tara

Essa Flor que descrevo é minha verdadeira tara...


Minha Tara


Eu só preciso te dizer...
Você despertou minha tara
E por mais que procure esconder...
Esse meu sentimento não para

Luz que atravessa o horizonte do meu ser
Se aliando ao fogo que emana em você
Como um brilho vitalício, que arde no meu peito...
E me faz te imaginar
Completamente despida em meu leito

E assim é que eu te espero
E te quero só pra mim
Juro minha vida a te completar
Até que ela chegue ao fim.

Já pintei na tela mil poemas pra você...
E até a luz de velas para poder te descrever
Parece loucura, sinto até que é amor.
Desde o dia em que eu te vi,
Realmente...
Algo em mim mudou
Flor é que eu te espero...
E só te quero
Se for só para mim!
Juro, vou te completar
Até o meu fim!

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Dengo e malícia de mulher

Dengosa Morena...




A dengosa a morena desfila mostrando toda a sua beleza.

Com pernas Estonteantes... Descendo a avenida da vila que leva rumo à cidade. Da minha janela tenho a felicidade de vê- la passar, caminhando no meio do povo.

Aquela dengosa morena...Cada vez que a vejo, sinto meu coração a pulsar, um desejo toma conta de mim.

Nem é por maldade, mas quem é que agüenta vê-la vestida?

Assim quase seminua, blusa de renda rosa, deixando à mostra metade do seio, contrastando com a mini-saia roxa que desce pouco abaixo da coxa.

Quem é que não gosta de ver uma musa assim,

Quem é que deixa de olhar para a rosa que enfeita o jardim...

E perde seu tempo contemplando o capim.

Para mim, o único motivo de queixa é o dia em que ela deixa de passar por mim.

Já que vivo debruçado na janela,

Não por que não precise trabalhar, ou mesmo não tenha o que fazer,

Apenas sinto um grande prazer, cada instante que a vejo passar!

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O Cobrador: Um misto de romantismo, sexo e violência

Homem Pós-moderno:

Expansão da Mente X
Salvação da Alma

Exacerbação do vulgar, violência e hiper-realismo estão em pauta em O Cobrador

De onde pode vir à inspiração para se escrever sobre o cenário das grandes cidades? Ruas esburacadas, no ar um cheiro forte de gasolina e óleo diesel, um bando de pessoas que vem e vão de todos os lugares e direções diferentes, prédios enormes que refletem a vida e os passos de cada uma delas.

São homens e mulheres, trabalhadores e desempregados, índoles boas e más e outras tantas denominações e adjetivos que compõem cada ser, nisso que pode ser intitulado como o “show da vida”. Mas quem sabe, esse também não seja o ambiente perfeito para a descoberta de um novo amor. Com tantas caricaturas e estereótipos humanos, o cenário faz prevalecer aquele velho e antigo ditado: Existe uma pessoa perfeita para cada um de nós! E – geograficamente falando – uma grande cidade é o melhor lugar para se encontrar um amor perdido.

Mas, do lado contrário o que prevalece é o terror. A violência está vencendo o amor. Por todos os lados, olhos enxergam a morte de um ser e alheio a cada um desses acontecimentos tem sempre uma mãe a chorar, um pai em prantos a sofrer.

E essa tal violência é algo tão fascinante do ponto de vista social, enquanto a vida das pessoas são tão normais. Andando nas ruas é sempre possível ouvir, alguém que lhe chama, berrando o seu nome, caminhando entre as vias, apartamentos acesos, tudo parece ser tão real, porém, todos assistiram a esse filme também. E todo esse caos que a violência e o banditismo proporcionam é literalizado em produções freqüentemente descritas com simplicidade, em tom bem cotidiano e completamente isento da pateticidade. A morte nessas circunstâncias tornou-se algo comum e aceitável.

Toda essa ausência de valores, o nada, o vazio para a vida caracteriza o homem pós-moderno. Um ser que abandonou os ideais do passado para valorizar a arte, já sabendo que não existe um céu e menos ainda um sentido concreto para a história. E dessa forma o processo é muito simples, entregar-se ao presente encantador do prazer e ao maravilhoso mundo do consumo individualista.

Com origem na arquitetura e computação nos anos 50, o Pós-modernismo se forma com a Arte Pop já nos anos 60. Daí seu crescimento é gradativo, até ganhar forças se alastrando pela moda, cinema, literatura, música e no cotidiano programado pela tecnologia.



O Cobrador

Imagine um homem, com idade girando em torno dos 25 anos. Não se tratava de uma pessoa qualquer, mas sim de um homem com uma ilustre posição na sociedade, um ótimo partido para casamento, diriam as famílias da elite e isso por gozar de popularidade e um alto-poder aquisitivo. Concretize agora que esse badalado burocrata, refém de um sentimento incomum de preocupação com o futuro da sociedade, resolve adotar uma identidade secreta, e com armas, capa e máscara incorpora um paladino da justiça fora da lei para lutar pelo bem mais precioso de seu povo, a liberdade. Sua luta é constante e logo virão dias melhores, a certeza disso vem com auxílio de... Pára tudo! Todos já devem ter visto uma história nesses moldes em algum lugar.

Mas o que dizer sobre um homem que cansado de pagar por tudo que precisa – roupas, comida, médico, moradia, diversão – decidindo que não pagará mais nada e só irá cobrar da sociedade tudo que ela lhe deve. Dessa forma começa todo o seu reinado de terror porque o preço que o cobrador exige custará muita violência e radicalismo.

É comum que o leitor mantenha a impressão de que o escritor está apresentando um gênero de trama a qual já está muito habituado e que durante o tempo adquirirá um domínio invejável. O Cobrador, este é o revolucionário conto de Rubem Fonseca, que dá o título ao livro publicado pela primeira vez em 1979. Mesmo tendo sido lançado há mais de 25 anos, o conto mantém sua originalidade, servindo ainda para retratar com inteligência e perspicácia o mundo atual desde os laços de amor até o horror das guerras. O pequeno texto é suficiente para provar que não é por mero acaso que o autor é considerado o mestre das narrativas curtas. Resumindo, o conto é bárbaro, apresentando uma tragédia que se mistura a imaginação do leitor, ainda com traços cômicos, diversão com o trabalho e histórias intensas com um romance às voltas.

O Mundo do Cobrador

O conto não possui uma transposição mecânica, o elemento literário transposto adquire várias e diferentes conceituações e matrizes. O Cobrador evidentemente foi construído nessa base, o próprio autor dá aos seus leitores essa indicação, com um personagem tão imbuído de ódio aos burgueses e aos bem situados na vida. Esse personagem não se caracteriza bem como um revolucionário sem causa fazendo justiça com as próprias mãos. E sim um revoltado que atua exclusivamente no plano individual.

Seus poemas “capengas” que beiram sempre a subjetividade estão a mostra, “come caviar/teu dia vai chegar”. Sua vingança não vai além do assassino frio e calculista, que antes de executar uma presa, insisti em parafrasear todo seu individualismo. “Tão me devendo colégio, namorada, aparelho de som, respeito, sanduíche, sorvete, bola de futebol”, além de algumas outras palavras durante os momentos de ação, “eu não pago mais nada, cansei de pagar! Agora eu só cobro!”.

Com tantos períodos de profunda exaltação, o leitor se vê perplexo ao descobrir o outro lado de um personagem tão cruel. Após vestir a máscara de o cobrador, o rapaz “cava” seu caminho de volta, dando lugar a uma figura sofrida e sensível. Tudo é ostentado pela sua relação com a velha dona Clotilde, de quem aluga um quarto e atesta com ênfase todo o carinho e ternura de que é capaz. Mas ao assumir a figura de “O Cobrador”, suas ações percorrem rumores inacreditáveis beirando o hiperbolismo e evidentemente utilizando um novo timbre, ecoa sua voz e diz: “Onde eu passo o asfalto derrete”.

O amor está no ar em uma figura de moça da burguesia, deixando o leitor ainda mais estarrecido. A moça também revela uma revolta promíscua, fazendo com que as ações violentas do conto, no final, transformem-se em algo de maior amplitude. Agora, partindo em companhia de Ana para realizar seu reinado de terror, o casal tem seu relacionamento alimentado pela vingança, sem usar em qualquer momento a imagem de revolucionário.

Discutindo a Trama

Enquanto a obra segue com sua narrativa, fica bem clara a mistura de imaginação e realidade – real que não desaparece e nem se dissolve no fluxo das palavras. Mas, existem formas de se apagar as diferenças entre o real e imaginário? Observando as relações dos personagens na trama, percebe-se que Rubem fabrica um hiper-real, espetacular, uma realidade com mais veracidade e ainda mais interessante que a própria realidade.

Seria o real ficcional ou prevalece à veracidade e não a imaginação. O autor retrata o real dando uma maior dimensão, atestado pelo real que se transformou em algo ficcional – a ficção ficcionalizada. O hiper-realismo fascina por ser o real intensificado na cor, no tamanho e em suas propriedades. Sendo quase um sonho no ambiente pós-moderno que significa basicamente a relação do homem com os meios de comunicação tecnológicos. Trazendo informações sobre o mundo e o refazendo a sua maneira, hiper-realizam transformando tudo – e todos – em um grande espetáculo.

Expressar a contraposição diversificada, unificada habilmente dentro de um mundo ficcional rico, está bem contido em um pequeno conto. Em literatura, citando particularmente a ficção, o pós-modernismo prolonga a liberdade de experimentação e invenção. Nessa literatura, não se deve crer piamente naquilo que está sendo dito. Não se tratando de um relato social a traçar um retrato da realidade, mas de um jogo com a própria literatura e sua história a ser retomada de maneira irônica e alegre.

O perfil do homem é traçado de modo diferenciado, podendo se resumir a uma gota de luz preso a uma estrela que cai dentro de uma fagulha tão só. Não sendo nada mais do que se queira ser, como um breve pulsar, um antigo silêncio com a idade do céu. Também não indo além de um punhado de mar, a maior piada de Deus, apenas um grão de sal na imensidão do céu.

A Vulgaridade

O Cobrador dá um tratamento hiper-realista ao sexo e a violência, que pode ser definido até como a exacerbação do vulgar. A sedução desse período instiga o individuo a liberar seus desejos mais íntimos e contraditórios. Como mostra esse trecho do conto de Rubem Fonseca.

“Tira a roupa. Não vou tirar a roupa, ela disse, a cabeça erguida. Estão me devendo xarope, meia, cinema, filé mignon e buceta, anda logo. Dei-lhe um murro na cabeça. Ela caiu na cama, uma marca vermelha na cara. Não tiro. Arranquei a camisola, a calcinha. Ela estava sem sutiã. Abri-lhe as pernas. Coloquei os meus joelhos sobre as suas coxas. Ela tinha uma pentelheira basta e negra. Ficou quieta, com olhos fechados. Entrar naquela floresta escura não foi fácil, a buceta era apertada e seca. Curvei-me, abri a vagina e cuspi lá dentro, grossas cusparadas. Mesmo assim não foi fácil, sentia o meu pau esfolando. Deu um gemido quando enfiei o cacete com toda força até o fim. Enquanto enfiava e tirava o pau eu lambia os peitos dela, a orelha, o pescoço, passava o dedo de leve no seu cu, alisava sua bunda. Meu pau começou a ficar lubrifi­cado pelos sucos da sua vagina, agora morna e viscosa. Como já não tinha medo de mim, ou porque tinha medo de mim, gozou primeiro do que eu. Com o resto da porra que saía do meu pau fiz um círculo em volta do umbigo dela.”

Tanto nos dias atuais como há duzentos anos, esse trecho da obra chocaria e criaria uma enorme polêmica. Mas também é excitante e isso é impossível negar, mesmo que a narrativa se trate propriamente de um estupro. E quanto à excitação, não há porque se julgar mal, e para atestar isso basta acompanhar a reação da personagem nessa passagem. Depois de tentar reagir contra a intenção do Cobrador e não conseguir conter seu ímpeto – a jovem cede aos seus prazeres e acaba ejaculando, tendo tenramente esquecido que estava sendo violentada, por alguns instantes era como se embarcasse em uma relação casual.

A maior aceitação para esse tipo de produção – assim como para os escritores que adotam esse gênero – pode ser atribuída a algumas características desse período pós-moderno. Atualmente o homem não é religioso, mas sim psicológico. Pensando mais na expansão de sua mente do que propriamente na salvação de sua alma. E isso tem seu valor relevante porque essa nova cultura psicológica é mais libertadora. E o sujeito dessa nova época se interessa pela imposição de seu ego sem fronteiras, sem a presença de uma consciência vigilante.

O pós-modernismo mesmo não se preocupando em fazer o “novo” é uma droga boa e saudável. Abalando preconceitos e pondo fim ao muro que separava a arte culta e de massa. Rompendo as barreiras entre os gêneros, existe hoje uma democratização das produções. Porque o sujeito pós-moderno é a glorificação do ego no instante, sem esperança alguma no futuro. Pois a vida já não é exatamente um problema a ser resolvido, mas experiências em série para se fazer, aberto ao mundo do infinito.

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9 de junho de 2009

O karma -com k- do amor...

O carma do amor

O verdadeiro carma é nos amar
E não compreender nossos meros desencontros
Essas idas e vindas em meio a epistola...
Essa distância que separa os corpos
Que desagrega os pensamentos insanos...
O contraditório sonho doce de querer viver
Esse amor mal nascido e enterrado em mim
...

...
A esperança no tempo sem fim
A crença no silêncio se desfaz...
Só fez aumentar o sofrimento...
Toda essa saudade infeliz
Que tortura magnífica
Me magnífico “Dios” que tortura...
Que enclausura qualquer chance de se viver feliz...
Esse amor leva consigo
A alegria da plenitude em existir
Existe em meio a dor de não se ser...
Nosso carma é nos amar e separar
E carregar
Sob o sol
A incerteza de nossos dias afim...


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A ressurreição dos disquetes?


Dúvido muito que alguém não se lembra dos vários trabalhos escolares salvos em disquetes para apresentação ou impressão... Quando o assunto era jogo, a atividade se transformava em uma verdadeira jornada pelo inferno eletrônico, quantos jogos divididos em tantos e tantos disquetes para serem instalados... E as travinha para proteger os arquivos de serem apagados... A nostalgia dos disquetes não são lá tão saudosa sim, mas é inegável que nos prestaram grandes serviços.



Os disquetes voltaram? A resposta é sim, mais precisamente diríamos que… quase. Na foto acima você vê um Floppy CD-R, que é na verdade apenas um CD-R recortado – na verdade e fantasiado -no formato de um antigo disquinho. Então para os amantes do gênero, agora é possível ter um disquete com espaço consideravelmente maior para armazenamento, pulando de míseros 1.4MB para 200MB, cerca de 140 vezes maior, e ainda é regravável, já imaginaram isso?



Dificilmente o apetrecho será um líder de vendas, creio até que nem terá lá grande destaque, já que o grande atrativo é a apelação visual. Mas quando observado por outros olhos, pode ser uma invenção interessante, por pagar o devido tributo, homenagem válida, aos disquetes, reconhecendo que tendo em vista as suas limitações, quebraram um baita galho por um bom tempo. Inclusive essa readaptação em forma de mídia, é pertinente pois está também está em declínio, o famoso CD também vem perdendo espaço para opções de maior capacidade, como o DVD e as memórias flash – pen drive, cartões de memória e similares.

O criador dessa verdadeira e criativa “amostra de inventabilidade” ficou por conta do Web e designer gráfico Adam Faja, criando esta retro embalagem para o seus CDs. Infelizmente não é o mesmo floppy disk de alguns anos atrás. O único problema é que ele não é compatível com slot drives, o que não é lá um grande problema também. :)


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Voyage vrs Paulo Coelho



Esses dias, fui pego de surpresa com um comercial bem interessante sobre o novo Voyage com participação de Paulo Coelho. Não é segredo para ninguém que pago pau para os veículos da Volks e apesar de ser jornalista, gosto muito de publicidade, inclusive sou um jornaleiro frustrado por também não ter a formação publicitária, inclusive é bem verdade que as propagandas de carros tem se tornado cada vez melhores e mais criativas, de um modo geral não se restringindo apenas a montadora alemã.

O texto traça um comparativo entre escritor e o automóvel, apontando no fim às virtudes de cada qual. A redação é muito coesa e concreta, um texto simples e impactante, que se desenvolve no ritmo certo e verdadeiro, a comparação entre dois fenômenos de venda, Voyage e Paulo Coelho e a mensagem final é ótima e não poderia ser outra, porque o Voyage – é muito -mais que um best seller, um – verdadeiro - Volkswagen.

Por fim gostaria de acrescentar um comentário final acerca dessa inteligente brincadeira comparativa, na analogia do Volkswagen a folclórica figura de Paulo Coelho, inclusive acho que os brasileiros até poderiam dar mais valor ao mago, existe ainda certa rejeição previamente concebida e declarada, hoje em dia se tornou até cultural e iniciativas como essa tendem a combater o fato. Figuras nacionais que se tivessem nascido em território norte-americano seriam bem mais prestigiadas, a exemplo também do Zé do Caixão, ah eu realmente sou fã do seu Zé, mas isso é assunto para algum outro post qualquer.


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A vontade do amigo continua


Gotas provocadas pela forte chuva caíam ao chão formando uma grande poça d’água. A iluminação no local era precária, as paredes encontravam-se umedecidas, por causa da chuva e do frio. Em seu interior, podíamos ouvir o barulho de gotas caindo sobre o telhado, chegava a incomodar por não ter laje; ficávamos a ouvir o barulho, aquela altura horrendo e sombrio. Além da chuvarada, podíamos perceber o som de folhas de árvores mexendo, devido ao contato direto com o vento.

Uma paisagem aterrorizante, parece até o palco de um crime, onde descrevemos cenas de um assassinato brutal, um descaso, para sermos mais exato, não é nada disso! Estava ali junto a meu irmão, febril, fraco. As estradas encontravam-se bloqueadas, além do mais não tínhamos carro, até porque o possante atolaria durante o percurso. Gostaria de telefonar, chamar uma ambulância, impossível! Não possuíamos telefone, também naquela altura a tempestade o teria deixado mudo.


A situação de meu irmão caía em profunda decadência. A cada suspiro, a impressão da morte se aproximando. Pensei em sair, enfrentar o temporal a unhas e dentes, ir atrás de ajuda. Nesse momento o “pobrezinho” deveria estar com uns 40° de febre. Ele hesitou quanto à minha partida, alegando ser inútil, gostaria de morrer ao meu lado, tive de respeitar seu último desejo.

E assim ele partiu, feliz, sem decepções com a vida, tão novo o coitado! Tantos sonhos a serem realizados, etapas a serem vencidas. Como podia estar tão feliz e sorridente? Gostaria de poder substitui-lo, a morte deveria me levar primeiro. Nem imagino qual o maior dilema: Sua morte? Minha consciência em ser um total inútil, por nada poder fazer para ajudá-lo? Desconheço a resposta. Meu consolo é que nessas horas nunca existem culpados, as coisas "ocorrem por terem de acontecer".


Meu irmão era poeta, de mão cheia, o melhor que já vi. Lembro quando nosso pai, dizia e muito repetia: “Esse moleque tem talento”. Foi assim durante muitas tardes. Vou provar, ele não se enganou, darei desfecho a seu trabalho, todos o conhecerão. É o que já deveria ter feito há tempos e infelizmente é tudo o que posso fazer. Os bons morrem jovens, nenhum problema, vivem tempo suficiente para sagrarem-se eternos, assim como outros que se foram. Com isso ele será imortal perante todos e principalmente para mim. Vá com os anjos e em paz, porque aqui, a vontade do amigo continua.

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