O que é o caminho do amor perecido, se não o suceder de longos passos num abismo de recordações...
É como uma saudade forte, que mais se parece com a dor da solidão compartilhada, aquela mesma forjada pelo amor que insiste em não se esvairá, ainda não foi embora.
No entanto a amada já partiu... Levando consigo a volúpia de nossos sonhos e deixando apenas uma fenda em meio a todo esse imenso vazio, imensidão que se propaga a cada segundo.
Penso nela mais do que o tempo me permite pensar. Finjo a sina do sofrimento acima de uma dicotomia paralelamente ambígua. Nostalgia parece ser, amar incomensuravelmente aquele passado que só nós acreditamos que ainda não passou, é relutar a realidade de um presente incompreensível que fere e machuca, na intensidade efêmera que não se rebela a um futuro que aberto insiste a nos convidar...
Lembrança é sentir aquilo que por algum motivo jamais voltará a existir... Definiria como o inferno dos que perderam, a angústia de quem ficou para trás, acompanhado pelo gosto amargo da morte que invade a boca dos que prosseguem...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir esse demônio chamado saudade... Aqueles meros mortais que nunca provaram da maldição de amar. E esse para quem o sente, é a maior das amarguras, não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não provar da plenitude do sofrer.
Porque o maior dos sofrimentos é nunca ter vivido, para jamais provar da dor de se ter sofrido.
Continue...
É como uma saudade forte, que mais se parece com a dor da solidão compartilhada, aquela mesma forjada pelo amor que insiste em não se esvairá, ainda não foi embora.
No entanto a amada já partiu... Levando consigo a volúpia de nossos sonhos e deixando apenas uma fenda em meio a todo esse imenso vazio, imensidão que se propaga a cada segundo.
Penso nela mais do que o tempo me permite pensar. Finjo a sina do sofrimento acima de uma dicotomia paralelamente ambígua. Nostalgia parece ser, amar incomensuravelmente aquele passado que só nós acreditamos que ainda não passou, é relutar a realidade de um presente incompreensível que fere e machuca, na intensidade efêmera que não se rebela a um futuro que aberto insiste a nos convidar...
Lembrança é sentir aquilo que por algum motivo jamais voltará a existir... Definiria como o inferno dos que perderam, a angústia de quem ficou para trás, acompanhado pelo gosto amargo da morte que invade a boca dos que prosseguem...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir esse demônio chamado saudade... Aqueles meros mortais que nunca provaram da maldição de amar. E esse para quem o sente, é a maior das amarguras, não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não provar da plenitude do sofrer.
Porque o maior dos sofrimentos é nunca ter vivido, para jamais provar da dor de se ter sofrido.
