1 de agosto de 2010

O Que é o Amor



“O que é o amor”, pra variar, essa é das antigas, descobri há algumas horas bem na base do acaso.

A maravilha aconteceu quando estava ouvindo rádio pelo celular. Num passe de mágica me vi hipnotizado pela bela melodia, aliado ao tão belo quanto trabalho vocal de Selma Reis. O texto - como já remete o título - é essencialmente poético, uma amostra invejável que invade e deriva naquele sentimento imanente de nostalgia, sobretudo daquilo que não se viveu!

Então, durante uma escavação básica pela web, descobri que a composição, assinada por Danilo Caymmi e Dudu Falcão, integrou a trilha sonora da minissérie Riacho Doce, obra baseada no romance homônimo de José Lins do Rego e escrita por ninguém menos que o mestre Agnaldo Silva!

Então ainda, por todo conjunto que a envolve, torna-se imprescindível dedicar alguns minutos a poesia cantante, versos que ecoam particularidades diversas, afinal o que é o amor? Onde vai dar? E por que me deixa assim? É uma canção, cheirando a mar, luar perdido em mim!

O Que é o Amor

O que é o amor?
Onde vai dar?
Parece não ter fim
Uma canção
Cheirando a mar
Que bate forte em mim
O que me dá
Meu coração
Que eu canto
Pra não chorar?
O que é o amor?
Onde vai dar?
Por que me deixa assim?
O que é o amor?
Onde vai dar?
Luar perdido em mim

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29 de julho de 2010

Tempo de existir...

Tempo de existir...

E é o tempo que devasta a vida e consumi todas as lembranças
Esse mesmo tempo de fluxo intenso e constante.
Sendo imutável, mas em outras horas tão frio
E passa e repassa, sempre distante
Descompromissado com nossas emoções.


Parece mesmo...
Que somos nós que damos significado às horas
Usando de nossas atitudes e emoções improfícuas.
O nosso corpo segue ao sabor do vento,
Correndo sem fim para enfim encontrar dimensão alguma…

Angústia, receio, entusiasmo… de quê?
Poder, dinheiro, grandeza… para quê?

Apenas proporcionam as aspirações mundanas que imperam sobre o corpo,
Água, terra, uma carcaça… narrativa inútil!
A vida acaba antes que comece
Por nada ser além… de uma ilusão!

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28 de julho de 2010

Água com Açúcar

Incrível, as pessoas que mais amamos são sempre aquelas que demonstram maior capacidade de nos machucar! Desde cedo notei isso, então me desculpem pela estereotipia machista, mas deveria existir alguma espécie de lei, que obrigasse essas malditas mulheres a se apaixonar por todo e qualquer homem que um dia resolvesse amá-las, mesmo que ainda em segredo.

Todos já devem ter degustado dos infortúnios do amor ilusório, aquele típico sentimento de latria que não apenas envolve como seduz, sendo sempre impossível determinar ao certo se algum dia foi real. Porém, isso pouco importa, a essência do mal está centrado naquilo que ele mesmo tem de melhor! Ao fim de tudo, permeia só a sensação de nostalgia, saudade do que nunca existiu!

Nem a fúria do tempo foi capaz de vindimar a voracidade desse amor, o entusiasmo que cria e recria uma nova espécie de ódio, o artificial, nascido para referenciar o próprio. Seu motivo para contemplar a vida é tudo que precisava para fugir dela e ao fim, vi-me abandonado ao relento de minha própria solidão.

Embora pareça vitimado pelo dom poético do exagero, meus olhos se apaixonaram pelo véu que lhe cobria a face. Mesmo véu que hoje transpassa a figura do que se viveu, a perda daquilo que não tem mais volta, no desencontro da sensatez... Às vezes, a lembrança do primeiro amor é nada mais que a mera singeleza do desengano!

A disritmia inócua interrompia o curso normal do meu coração. Lembro de um dia nublado, observava sorrateiramente seus passos, enquanto a chuva fria se anunciava. Nas sombras de suas pegadas, logo cruzava sua beleza repleta de conspicuidade, um tanto esfíngica, lembro-me bem. Não demorou a adornar a entrada do vergel em meu âmago. E assim, desbravar seu corpo, era uma utopia divina, as notas tristes de sua voz me faziam enveredar compassadamente pelos caminhos de sua alma, agora minha maior incumbência.

Nosso amor era tão grande, que lhe roubaria os anéis de saturno! Ao seu lado me sentia menos que uma gota de nada na imensidão sem fim do universo! Enquanto me beijava com todo o ardor do cosmo, mal sabia que me devolvia à grandeza de viver. A paixão ocorreu pelo fato dela nunca ter sido perfeita, mas estava muito acima das imperfeições.

Nossas lembranças são profundas, adentram o meu corpo e me sinto sem controle. Inda é possível sentir o contorno das minhas mãos sobre as dela. Às vezes, ao dirigir, sinto como se estivesse sentada ao meu lado, a me observar com o seu murmúrio encantador. O amor é como uma dádiva, tudo SUPORTA, até crê e tudo ESPERA! O desafio é fazer valer essa maravilha na prática! E no fim, a fantasia esvaiu, o amor que ela me tinha era pouco, muito pouco e se acabou. No entanto, ninguém morreu, sofreu, ainda até estamos juntos...

Enquanto isso na sala de justiça: A gente finge, espera, ensaia que se ama como um grito que emerge e ecoa na agonia de ver todo esse amor que não existe - chegar!

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9 de julho de 2010

Relação entre Referência e Alusão com a Mensagem Subliminar - FIM

CLIQUE AQUI pra ver o texto anterior



Alguém se arrisca a adivinhar qual a referência ou alusão que estabelece o vídeo acima? Acertou quem pensou em Forrest Gump!

O filme publicitário de um dos automóveis de maior sonho de consumo entre os brasileiros estabelece clara analogia com o específico fílmico norte-americano, datado de 1994, que dirigido por Robert Zemeckis, foi estrelado por Tom Hanks no papel-título. O anúncio televisivo do Golf além de um belo exemplo de intertextualidade é também uma especiosa amostra de peça publicitária.Outra mostra interessante é a montagem baseada na imagem do filme Pulp Fiction com a Monalisa. O longa de Quentin Tarantino - protagonizado por John Travolta - interage com o quadro de Leonardo da Vinci, resultando em um deveras interessante exemplo de referência. Isso porque, nessa perspectiva, é estimulado o diálogo perfeito entre essas duas obras distintas, já que é impossível saber qual na prática realmente referencia a outra.

Machado de Assis é um forte ícone nesse gênero de intertextualidade. Foi um dos autores que melhor visualizou o valor desse artifício aliado aos seus recursos nas obras antes dos modernos. Na prática, era empregado em uma perspectiva de acentuar o drama de seus personagens. No romance Dom Casmurro, chega a citar Otelo para o leitor captar precisamente o drama de Bentinho.

Outro exemplo imponente é o trecho da canção L'Âge D'Or da banda Legião Urbana. A música traz uma breve conexão com uma passagem bíblica (Lucas, 22, 47-53). Nesse caso, clara referência a traição de Judas, quando através de um beijo entregou Jesus aos soldados romanos.

Já tentei muitas coisas
De heroína a Jesus
Tudo que já fiz
Foi por vaidade
Jesus foi traído
Com um beijo
Davi teve um grande amigo
Não sei mais
Se é só questão de sorte...


Referência também pode ser uma nota informativa de remissão em uma publicação.

Ex.: LIMA, Adriana Flávia Santos de Oliveira. Pré-escola e alfabetização: uma proposta baseada em Paulo Freire e Jean Piaget. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1986. 228 p.

- Alusão - referência vaga, de maneira indireta, a um autor ou obra.

Ex: "O deputado fez alusão à proposta do presidente Lula."
(Fez alusão, nesse caso, significa que o deputado se referiu à proposta do presidente.)


Relação entre Referência e Alusão com a Mensagem Subliminar

E finalmente adentrando – na base do demorou mais chegou - ao tema título, também o principal ponto de maior relevância sobre os demais. Um passeio por devaneios que não só contemplam todos os objetos analisados, e até possibilita perpetrar uma conclusão seguida pelo amplo conjunto de divagações.

Quando o tema é mensagem subliminar, as pessoas de forma automática a associam logo a apologia ao ocultismo e elementos afins. No entanto, o conceito básico não tem muito a vê com nada disso. Sendo apenas uma mensagem, uma espécie de código linguístico que não foi devidamente decodificado pelo receptor da mensagem. Entretanto, no ato de uma situação contrária, quando o leitor se mostra capaz de codificar aquela mensagem, essa perde – pelo menos perante aquele -, a condição de subliminaridade.

E obviamente, esses conteúdos estão ali implícitos a despeito de não estarem tão claros dentro do texto, porém, são onipresentes! Como nessa improvisada amostra de poema capenga:

Amar é perdoar
Morrer é sentir dor
Obsessão não é poder
Roubar não é desculpa para viver


Não levando em consideração a qualidade poética – na verdade a falta dela - nesse improviso, muitos ao se pôr a ler, não perceberão que a primeira letra que precede a frase em cada verso, ao fim da única estrofe, forma a palavra amor! Claro é apenas um exemplo básico. E afinal onde se estabelece a relação com a Referência e a Alusão? A alusão nada mais seria que uma referência de difícil associação, até imperceptível – como dito anteriormente -, e quando é compreendida essa mensagem dentro do contexto, perante o receptor deixa de ser uma alusão e adquiri o caráter de referência. A alusão aparenta ser baseada no conhecimento global da sociedade, mais propícia a identificar uma coisa do que outra, remetendo a compreensão dos poemas expressos também acima.

Vocês já podem comemorar, acabou!

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6 de julho de 2010

Relação entre Referência e Alusão com a Mensagem Subliminar

Referência ou Alusão, não chega a ser raro ouvir alguém dizer ou até balburdiar-se com essas palavras, sobretudo em situações de comunicação. Mas, o que seriam essas duas expressões afinal? De acordo com o dicionário, a primeira denota ação ou efeito de referir. Enquanto a seguinte, baseia-se na mesma ação ou efeito só que significando uma referência indireta, verdadeiramente vaga.

Utilizar-se de tais expressões não chega a ser raro, muitos não se atinam que ambas integram conceitos denominados como intertextualidade. Essa teoria contraiu amplo poder entre os precursores da literatura moderna e fora amplamente renegada no passado. Intertextualidade, em grosso modo, significa interação entre textos. Em outras palavras, o diálogo entre esses formando um emaranhado de signos organizados para transmitir uma mensagem. Parece complexo e bastante interessante, certo?

Errado! Pelo menos é o que pensavam os românticos do passado, creditando a intertextualidade como uma prática incoerente por não priorizar – ainda de acordo com eles - a originalidade das obras. O tempo foi passando e esvairando essas concepções. A busca pelo novo propagou em um modelo antigo, que de novo não tinha nada além do inédito assentimento. A perspectiva se baseava no total esgotamento de uma produção dentro de si própria, capaz de estabelecer a uma obra, diferentes conotações em meio a caracterizações totalmente distintas – base das grandes produções pós-modernas.

Embora se atenha primeiramente a literatura, a intertextualidade se desenrola nas diversas áreas do conhecimento, como pintura, música, cinema e até na publicidade. Quando se atesta que um determinado autor empregou a “Referência ou Alusão” no ato de uma segmentação escrita, significa que ele - de modo direto ou indireto -, utiliza-se de uma temática, ou mais precisamente um contexto ou ideia de elaboração prévia, usufruindo do advento de uma particularidade, a total liberdade de produção.

A Referência e a Alusão é uma comunicação sutil entre os textos, a qual se nota apenas uma leve menção de outro escrito ou a um componente seu. Na alusão, nunca se aponta diretamente o fato em questão, somente o sugere através de características secundárias ou mesmo metafóricas. Referência pode ocorrer de forma explícita ou implícita a uma obra de arte, um fato histórico ou até a um autor, servindo de artifício de comparação, e não só apela ao repertório global, como interagi com a capacidade de associação de ideias do leitor, o conhecimento compartilhado, comum ao produtor e ao receptor de textos.

Mas, como já se deve ter lido em algum lugar, uma coisa é contexto, outra é o texto. Muito diferente é o caso do uso de alusões por parte de um poeta. Nesse caso, não há alternativa senão buscar conhecimento adicional. Já que a Alusão é uma perspectiva de referência indireta a uma pessoa, um lugar ou uma coisa - seja essa fictícia, histórica ou atual -, usada no contexto de uma obra. Cai sobre a esfera da Alusão, a responsabilidade de afastar os chamados "preguiçosos" da poesia. Sobretudo porque para o bom entendimento do recurso, faz-se necessário na maioria das vezes a necessidade de vasculhar uma gama de informações incógnitas. Então partindo para outra vertente, um pouco de como tudo isso pode ser aproveitado na prática.

Exemplos de Referência e Alusão

No exemplo abaixo, o poema de autoria de Camões, faz referência poética a uma passagem bíblica (Gênesis, 29,15-30). Essa é uma referência ao antigo testamento, reza a lenda que Jacó serviu a Labão por sete anos em troca de sua filha Raquel e o pai entregou Lia, sua irmã mais velha. Forçando assim Jacó a trabalhar mais sete anos para que o pai concedesse sua filha mais nova.

“Sete anos de pastor Jacó servia
Labão, pai de Raquel serrana bela,
Mas não servia ao pai, servia a ela,
Que a ela só por prêmio pertencia.
Os dias na esperança de um só dia
Passava, contentando-se com vê-la:
Porém o pai usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe deu a Lia.
Vendo o triste pastor que com enganos
Assim lhe era negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,
Começou a servir outros sete anos,
Dizendo: Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida”

A alusão, como ocorrido na literatura religiosa medieval, pode servir apenas para exibir sabedoria. Só pelo processo de reconhecimento, ou re-identificação desta relação por parte do leitor, é que pode se tornar efetiva, por adquirir uma função mais exigente do que a mera citação. A alusão difere da referência ainda pelo fato de seu sentido depender fortemente do contexto em que está inserida. Em certas circunstâncias, torna-se complexo expressar quando se pratica uma ou outra. Como no caso a seguir:

Primeiro uma breve sinopse: de Olhos Bem Fechados é o epílogo da carreira do consagrado diretor Stanley Kubrick, encerrando sua preciosa obra cinematográfica. Pode se dizer que o último é o mais ousado filme do cineasta. É uma constrangedora jornada psicossexual, um assustador universo alucinatório que representa um grande marco nas carreiras dos astros Tom Cruise e Nicole Kidman. Cruise interpreta o doutor William Harford, que é jogado numa aventura erótica que ameaça seu casamento - e envolvendo-o em um misterioso caso de assassinato - depois que sua esposa (Kidman) admite ter desejos sexuais por outra pessoa. Como a história caminha entre dúvidas e medo, auto-descobrimento e reconciliação, Kubrick conduz tudo isso com imagens surpreendentes. São características brilhantes que fazem dele um cineasta inigualável que, nesta obra, manterá todos os olhos bem abertos.- A senha FIDELIO, utilizada por Bill para entrar na orgia, vem do latim "fidelis", que significa fidelidade. Fazendo referência aos membros da alta sociedade que praticavam nesse caso a infidelidade.

- Um exemplo de alusão é o nome Harford, dado ao personagem de Tom Cruise, nada mais é do que uma homenagem do diretor Stanley Kubrick ao ator Harrison Ford, um tanto imperceptível é verdade!


Para nenhum morto vir me “encher” o saco que o texto está muito grande, continua no próximo post, com novos exemplos, como a música L'Âge D'Or da banda Legião Urbana, um comercial de tevê e enfim a Relação entre Referência e Alusão com a Mensagem Subliminar! Não percam coveiros!

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3 de julho de 2010

Escuridão

Escuridão

Enfim absorve,
Para logo absolver
O pensamento.
As lembranças
Que se fizeram tristes
Em meio
A Todas as ausências,
Até por fim
Invocando a demência.


Sob o manto escuro da noite
Partilha a infiel...
...angústia de sonhos

A luz,
Nunca
Jamais vence
Ou sequer um dia
Venceu a escuridão,
A mesma luz
Estrela que não se ascende
A me guiar!
Tudo não passa
De uma ilusão passageira.

E também não foi a primeira...

Invoco,
Sob o encanto da noite
Debruçado na voz dorida
No livre intimo do pesar
Só mais um momento
Um último sussurro
Com clemência
A sós, contigo...
Para contemplar em silêncio o silêncio
Com as luzes inteiras
No infinito âmago
A escuridão.

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1 de julho de 2010

Direto do twitter: Baby I'm Yours


Twitter também é cultura! Lembro de já ter visto essa frase aplicada a inúmeras coisas, mas nunca para a maior febre comunicacional do momento.

Depois de meses acessando e postando um emaranhado de bizarrices no microblog, foi possível enfim comprovar a maravilha de sua funcionabilidade, tomando como base os padrões culturais no meio de realmente tanta podridão!

O fenômeno ocorreu através de uma garota, que bem na base do por acaso - ou daquelas coincidências da vida – estava seguindo no Twitter. Entre vários posts, chamou minha atenção um link, o qual dava acesso à canção “Baby I'm Yours”. Era uma versão mais atualizada da música, de uma até então desconhecida exibição, assinada pelos britânicos da Arctic Monkeys.

Na nova interpretação da banda, a balada antes eternizada pela bela e saudosa voz de Barbara Lewis, conservou as principais características da sua antecessora. Remete sempre ao clima de nostalgia envolvente, sem jamais ser concebida como uma mera amostra de explanação artística.

Basta reproduzir os segundos iniciais para ver que os versos denotam novas perspectivas. A melodia de imediato estabelece uma mistura homogênea com o belo trabalho vocal de Alex Turner e gradativamente, o que aparentava um simples cover, promove interação a ponto de adquirir junto ao ouvinte conotações verdadeiramente autênticas.

E nesse passo se desenha um punhado de particularidades, tornando a releitura, além de possivelmente a melhor regravação entre as demais produzidas, uma obra a parte e devidamente inserida no contexto da própria! Parece um tanto complexo, certo?

Então a primeira ordem é se deliciar com o trabalho do Arctic Monkeys. Porque certo mesmo, que a partir de agora, devemos ficar todos constantemente atentos nas ações dos twitteiros de plantão, nunca se sabe quando eles poderão culturalmente agir - novamente!

Baby I'm Yours
(Barbara Lewis cover)

Baby, I'm yours (baby, I'm yours)
And I'll be yours (yours) until the stars fall from the sky,
Yours (yours) until the rivers all run dry
In other words, until I die

Baby, I'm yours (baby, I'm yours)
And I'll be yours (yours) until the sun no longer shines,
Yours (yours) until the poets run out of rhyme
In other words, until the end of time

I'm gonna stay right here by your side,
Do my best to keep you satisfied
Nothin' in the world can drive me away
'Cause every day, you'll hear me say

Baby, I'm yours (baby, I'm yours)
And I'll be yours (yours) until two and two is three,
Yours (yours) until the mountains crumble to the sea
In other words, until eternity

Baby, I'm yours
'Til the stars fall from the sky
Baby, I'm yours
'Til the rivers all run dry
Baby, I'm yours
'Til the poets run out of rhyme
(fade out)

Clique aqui para ver a tradução e acompanhe abaixo "Baby I'm Yours" na versão original cantada por Barbara Lewis cover.



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