8 de setembro de 2009

A Dona de mim

A Dona de mim

Queria aprender a mentir, e a minha alma enganar.
Esquecer que esse amor a transbordar.
Sempre despidos totalmente da razão do pensar.

Hoje optamos por aquele presente a calar.
À superfície do papel os sonhos se iluminam.
Os olhos denunciam o que não podemos ver.
Saboreando incertezas, moldadas sob o completo anonimato.

Mas reajo a essa privação.
Ignoro as lembranças, nesse desejo incontido.
Guardiã de mim, dona da minha alma...

4 Coveiros:

Anjo vermelho (a origem) disse...

uma certeza que nada o aflige dona de si de seus atos.

adorei.!!

beijos

rafa flori disse...

lindo poema

Lara Veiga disse...

Lindo, adorei

André Cavalheiro disse...

Muito fera!!!

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