3 de abril de 2011

Reencontro...

Segundos após o reencontro
Nossos desejos ressurgiram,
Sonhos renasceram...
Respectivamente sonhos e desejos
Até então...
Adormecidos!
Redescobrir o sabor da paixão
Eis que esse amor desperta,
Magia avassaladora
E mais uma vez
Por nós....
Será vivido...


Sinto-te tão próxima...
Teu cheiro, teu sabor,
Agora estão tão perto
Teu corpo preso junto ao meu
Nossas almas se apertam

Enfim...
O tão esperado momento
União estabelecida outra vez...
Dois espectros, presos a dois corpos
Em autêntica fusão se entrelaçam...
E a separação!!!
Não existe mais

Agora prevalecem Beijos,afagos,carícias,
Toques, gestos, risos e...
O cenário de uma relação sincera
Plano de fundo para ilusões e sonhos mil...


* ...

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27 de março de 2011

Tomates em dó maior

Tomates em dó maior

Quero sentir no meu jardim
O forte cheiro de alecrim
O verde que brota das plantas
E esse cheiro que excita.
Tomates em dó maior


Tenho desejo de deitar
Sobre esse imenso jardim
...e sonhar
Como uma borboleta
No mar verde e vermelho dos tomates
Tomates em dó maior

O meu jardim
É o melhor do Mundo.
Os tomates... Que beleza!
Os mais bonitos com certeza
Tomates em dó maior


A fruta é colorida,
Cada fruta tem a sua cor,
Arredondada ou comprida
cada fruta, seu sabor.
Como...
Tomates em dó maior

Tomate, também é fruto
Seja verde ou vermelho
O gosto nunca é doce
Corta-se às rodelinhas
E come-se com a alface.
Tomates em dó maior
Apenas quero tomates...
Tomates em dó maior

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100 vezes Ceni



É uma homenagem ao maior... Embalada pela comemoração do Centésimo gol do maior patrimonio tricolor, o melhor goleiro de todos os tempos, o maior que vi jogar, isso é São Paulo, isso é Rogério Ceni!

Clique Aqui para ver todos os gols do mito

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26 de março de 2011

Amor do passado: Eterna Magia

Sentimentos de um passado longilíneo, que pareciam inumados, nas ocasiões que menos se espera, podem voltar à torna. A ressurreição do frio na barriga, da disritmia que faz parar o coração, afinal, será mesmo possível se apaixonar novamente pela mesma pessoa, redescobrir um amor acometido pelo ódio e rancor?

As respostas nem sempre são plausíveis, afinal, são as indagações que costumam reger, não apenas a mente, mas também os sentimentos. E a despeito do clima tenso, de serem constantemente invadido por um punhado de más lembranças ainda não sobrepujadas, em outros momentos, romantiza-se muito o passado, as desavenças são deslembradas e a nostalgia os alveja, olvidando o quanto eram infelizes.

Mesmo assim, o tempo os acolheu. Os antes “inimigos”, que deixaram o amor como segundo plano, vão se rendendo a uma magia adormecida, perturbadora, que retorna de não se sabe onde. Os beijos, a princípio contidos, denunciam o ímpeto de carinho que já não imaginavam sentir, padecendo sobre a atmosfera de sentimento. A relação indubitavelmente ambígua, agora sugere clareza e nesse mesmo agora, é o rancor e as brigas que ficam de lado, suplantados por cada gota dos fluidos bocais que formam aquela profusão de ósculos.

Ou pode ser que nada disso ocorra e que jamais voltem a se cruzar novamente. Mas preservaram, no íntimo, que ao menos por um momento, o amor entre eles refloresceu. As máscaras transpareciam, já não precisavam se proteger, do que achavam que tinham perdido, do que parecia não ter mais volta...PS:“Esse texto é dedicado a mulher que mais amei nessa vida!”. Assim me pediu que dedicasse a personagem central da trama!

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20 de março de 2011

Perda do amor

O poema é pessimo, mas foi tudo que precisava e consegui fazer!

Perda do amor

Lágrimas escorrem...
Lamentos que incidem.
Suspiros que voam...
Pelo ar
Lamúrias soltam-se,
Espírito, Intimo, Coração... Partidos...

Disseste que não,
Juravas que mentia...
Agora sabes que tenho razão,
A imensidão que realmente o sentia...

Não aceitou o pedido,
Perdeu quem mais te amou...
Quem ainda te ama
E quem apenas sofreste,
Mesmo agora que tudo parece perdido
Nada se perdeu...

Chora com razão,
Mata o coração
Desta perda estúpida
Que assassinou o coração...
E não te esquecerá...

Se ouvir que te esqueci...
Choras muito, pois
Nesse dia, eu também morri

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13 de março de 2011

A tal de solidão

A tal de solidão

Uma vida ausente
De expressão triste
Vagando pelo vazio
Sem saber que existe
A tal de Solidão

E desta sensação
O lamento
Que se entende
...e sente
O gelo de alguém que viu
A tal de Solidão.

Semeei desertos
Colhi tempestades
Entre multidões
Mil lágrimas... travei
Em marés de infortúnios
... sorri
Em seu seio senti
Que meu peito se fechou
De tudo fugia
Na inquietude que rugia
Vontade que se apagou
No afago
Âmago, essência perdida
No gelo de alguém que via
A tal de Solidão.

Em falsa plenitude
Sentia-me incapaz
E sem alegria
Numa evasão destemida
Meu coração
Provou o amargo sabor
De alguém que vivia
...eternamente preso
A tal de Solidão.

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Amor Platônico

Amor Platônico

Não sei como apareceu...
Também não quero lembrar como se foi
Só sei que chegou na hora certa...

Recordo um olhar penetrante
Nesse instante tudo mudou...
Apesar do charme estonteante...
Foi seu sorriso que me conquistou

Menina linda
Encanto de flor
Descubro nesse poema
Que não sei falar de amor

Só em você pensava
E na ausência do maltrato
O amor me castigou

Enfim pude notar...
Só respiro todos os dias
O lamento dessa dor!

E agora nas mais loucas viagens...
Parece que você voltou
Estava prestes a acreditar
Em outra armadilha do amor

Diga que será minha
Um dia...
Que agora na lembrança
A cada minuto te desejo
E me embeveço de esperança

Sei que nunca te terei
Então, vou colocar os pés no chão
Até desisti de acreditar
Na existência da paixão!

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